Uma carreata em apoio às candidaturas de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República e da Professora Maria do Carmo (PL) ao governo do Amazonas percorreu ruas de Manaus neste domingo (11). Organizada pelo movimento Direita Amazonas Oficial, a mobilização teve concentração na Avenida das Torres, ao lado da Havan, e seguiu em direção à Ponta Negra, reunindo carros, motocicletas e apoiadores das duas candidaturas.
O deputado federal Capitão Alberto Neto (PL), que participou da carreata, afirmou que a meta é eleger Flávio Bolsonaro para a Presidência e Maria do Carmo para o governo estadual. O deputado também convocou eleitores que pretendem votar no candidato à Presidência a apoiar a candidata no Amazonas.
“Primeiro temos uma missão: eleger Flávio Bolsonaro e Maria do Carmo. E a senha é uma só: a gente vai apertar 22 na urna para que a gente possa mudar a história tanto do Amazonas como do nosso Brasil”, declarou.
O parlamentar também citou a diferença de votos entre os candidatos à Presidência no primeiro turno e disse que pretende reverter o resultado. “Nós perdemos no primeiro turno por torno de 66 mil votos e agora nossa missão no segundo turno é virar e levar esse voto para Maria”, afirmou.
Maria do Carmo destacou a mobilização como demonstração de unidade política e alinhamento com a estratégia nacional do partido.
“Eu acho que a gente mostra que a direita está unida no firme propósito de eleger Flávio Bolsonaro e a Professora Maria. É isso, esse é o desejo da executiva nacional, do nosso futuro presidente, a gente fazer aqui a mesma coisa que já se fez nos outros estados”, disse.
Os veículos seguiram pelas vias de Manaus levando bandeiras e manifestações de apoio às candidaturas associadas ao número 22.
Os dois também criticaram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pelo envio tardio de reforços federais para o combate aos incêndios florestais no Amazonas. Alberto Neto acusou o governo de agir com hipocrisia em relação à Amazônia e afirmou que órgãos ambientais estariam sendo usados para perseguir produtores, em vez de proteger a floresta.
