A pesquisa Direto ao Ponto mostrou ainda que a disputa segue aberta com cinco nomes competitivos
A mais recente pesquisa do instituto Direto ao Ponto sobre a disputa pelo Senado no Amazonas revela um cenário político intensamente competitivo e ainda longe de qualquer definição. Embora dois nomes apareçam como favoritos neste momento — Eduardo Braga e Capitão Alberto Neto, os números indicam que a corrida eleitoral está aberta e pode sofrer mudanças significativas nos próximos meses.
De acordo com o levantamento estimulado, que considera 1º e 2º voto dos eleitores, o senador Eduardo Braga lidera com 44%, seguido pelo deputado federal Capitão Alberto Neto, que aparece com 36%. Logo atrás surge o governador Wilson Lima, com 32%, demonstrando forte capital político no estado.

Na sequência aparecem Marcos Rotta, com 23%, o senador Plínio Valério, com 20%, e o ex-deputado Marcelo Ramos, com 16%. O delegado Costa e Silva registra 9%.
Apesar de aparecer bem posicionado na pesquisa, Wilson Lima já sinalizou que não pretende disputar o Senado, optando por permanecer no comando do Governo do Amazonas até o final do mandato.
Essa decisão cria um dos elementos mais imprevisíveis da eleição: para onde irão os votos do governador?
Com 32% de alcance eleitoral, o eleitorado potencial de Wilson Lima pode se tornar o fiel da balança da disputa, capaz de impulsionar candidaturas e alterar completamente o equilíbrio atual do cenário.
No momento, Eduardo Braga e Capitão Alberto Neto despontam como os dois principais favoritos. Braga mantém a força de uma trajetória política consolidada e uma base eleitoral historicamente estruturada no estado.
Já Alberto Neto aparece como o principal representante do eleitorado de direita e conservador, consolidando-se como um dos nomes mais competitivos dentro desse campo político.
Apesar da liderança de Braga e da forte presença de Alberto Neto, os números mostram que pelo menos cinco candidatos ainda possuem espaço real de disputa, Eduardo Braga, Capitão Alberto Neto, Marcos Rotta, Plínio Valério e Marcelo Ramos.
Como a eleição para o Senado permite ao eleitor votar em dois candidatos, o cenário tende a ser ainda mais dinâmico, abrindo espaço para diferentes combinações eleitorais e alianças estratégicas.
Com a retirada de Wilson Lima da corrida e a fragmentação do eleitorado entre diferentes campos políticos, a eleição para o Senado no Amazonas caminha para se tornar uma das mais imprevisíveis dos últimos anos.
Se os números atuais mostram favoritos, também deixam claro que a disputa está longe de estar decidida e que os movimentos políticos dos próximos meses poderão redesenhar completamente o quadro eleitoral no estado.
Com informações do Foco no Fato.
