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Tabata Amaral que defendeu voto em Lula, critica petista por liberar R$ 9 bi do orçamento secreto

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A deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP) criticou o governo Luiz Inácio Lula da Silva nesta quinta-feira, 11, pelo pagamento de R$ 9 bilhões do orçamento secreto. “Não importa de qual governo estamos falando, essa institucionalização da corrupção precisa acabar!”, escreveu a parlamentar em uma rede social.

O pagamento dessas emendas foi negociado pelo governo Jair Bolsonaro (PL). Elas foram declaradas inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e estavam “penduradas”, como mostrou o Estadão. Com a determinação de Lula, os R$ 9 bilhões serão pagos por meio dos ministérios das Cidades e da Integração Nacional e Desenvolvimento Regional.

Em setembro do ano passado, Tabata defendeu o voto útil em Lula no segundo turno das eleições. Na época, a deputada falou sobre a necessidade de “colocar a democracia em primeiro lugar” para evitar a vitória de Bolsonaro. Hoje, a deputada é do mesmo partido do vice-presidente Geraldo Alckmin.

O fim do orçamento secreto foi uma das bandeiras da campanha de Lula à Presidência. O líder da oposição na Câmara, Carlos Jordy (PL-RJ), publicou um vídeo de um debate do qual Lula participou durante a campanha criticando o orçamento secreto. “O orçamento secreto é a maior vergonha desse país”, disse o presidente quando ainda era candidato.

Outros parlamentares de oposição ao governo também criticaram o gesto do presidente. Deltan Dallagnol (Podemos-PR), ex-procurador da Operação Lava Jato, relembrou o questionamento direcionado ao ministro da Justiça, Flávio Dino, sobre a existência do orçamento secreto no atual governo.

Outros parlamentares de oposição ao governo também criticaram o gesto do presidente. Deltan Dallagnol (Podemos-PR), ex-procurador da Operação Lava Jato, relembrou o questionamento direcionado ao ministro da Justiça, Flávio Dino, sobre a existência do orçamento secreto no atual governo.

O deputado e o ministro têm se enfrentado publicamente. Dino pediu ao Supremo que Dallagnol fosse condenado pelos crimes de calúnia, difamação e racismo.

Fonte: Estadão

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