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Internacional

Blogueiro pró-guerra Vladlen Tatarsky apoiador de Vladimir Putin é morto em explosão

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Vladlen Tatarsky, o blogueiro pró-guerra na Ucrânia e apoiador de Vladimir Putin, foi morto em uma explosão no último domingo (2) na cidade de São Petersburgo, na Rússia. Tatarsky era conhecido por seus conteúdos militares e morreu ao ser alvo de uma bomba escondida dentro de uma estátua que, havia pouco tempo, tinha sido entregue a ele como uma homenagem.

As autoridades locais ainda desconhecem a autoria do ataque, que aconteceu em um café da segunda maior cidade da Rússia. Ao menos 16 pessoas ficaram feridas em decorrência da explosão.

Maxim Fomin, conhecido na internet como Vladlen Tatarsky, era um dos muitos criadores de conteúdo digital que cobrem a guerra entre Moscou e Kiev. Declaradamente favorável à invasão da Ucrânia pelas tropas de Vladimir Putin, sempre apoiou o Exército russo — inclusive, esteve nas linhas de frente em território ucraniano.

Tatarsky postava vídeos e relatos diretamente do front em seu canal no Telegram. Ficou famoso após publicar um vídeo filmado dentro do Kremlin de uma cerimônia organizada por Putin, no ano passado, na qual o presidente revelou que quatro regiões ocupadas da Ucrânia seriam anexadas ao território da Rússia.

“Derrotaremos todos, mataremos todos, roubaremos todos, conforme necessário. Do jeito que gostamos”, afirmava o blogueiro na filmagem.

Vídeos gravados mostram o momento em que o busto é entregue nas mãos de Tatarsky. O momento da explosão também foi flagrado pelas câmeras de segurança.

 

Tatarsky também era notório por fazer críticas às estruturas militares, afirmando que todas as áreas precisavam ser reformuladas e ganhar reforço de equipamentos e tecnologia.

Isso porque, segundo ele, a guerra mostrou as deficiências, embora acreditasse que Putin sairia vencedor do embate.

Segundo o portal de notícias TSE, Tatarsky já havia sido preso por ter assaltado um banco. Depois, o próprio blogueiro havia afirmado que tinha sido detido uma segunda vez. No entanto, recebeu o perdão com a condição de lutar contra sua pátria na guerra.
Assim, em 2014, segundo a agência de notícias estatal russa Vesti, lutou com separatistas russos contra nacionalistas ucranianos no leste da Ucrânia.

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