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Lula diz não querer “ajuda”, mas “pagamento” para manter floresta

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Brasília (DF) – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta segunda-feira (14) que não quer “ajuda” dos países ricos, mas sim um “pagamento” para proteger as florestas em países em desenvolvimentos. Na última semana, o petista reuniu as nações com florestas tropicais em Belém (PA), quando assinaram declaração conjunta pedindo ao menos US$ 100 bilhões para ajudar na preservação dos biomas.

“Eles [países ricos] são responsáveis pela poluição do planeta muito antes de nós. Eles conseguiram derrubar todas as suas florestas muito antes de nós. Então, agora, o que eles têm que fazer é contribuir financeiramente para que os outros países possam se desenvolver. Nós não queremos ajuda, nós queremos um pagamento efetivo. É como se eles estivessem pagando uma coisa que eles devem à humanidade. Eles devem à humanidade a gente preservar as atuais florestas”, declarou em sua live semanal.

Os países florestais em desenvolvimento cobram que os países ricos paguem os US$ 100 bilhões por ano prometidos para financiamento climático. Em reunião em Belém (PA), o grupo também pediu que os países desenvolvidos ajudem na mobilização de US$ 200 bilhões anuais para implementação de planos nacionais de biodiversidade.

Assinaram a declaração Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Indonésia, Peru, República Democrática do Congo, República do Congo, São Vicente e Granadinas, Suriname e Venezuela.

Durante sua transmissão semanal, Lula também afirmou que sua meta de zerar o desmatamento até 2030 não é “obra de ficção” e que, a partir de agora, conversará com prefeitos para ajudarem nessa tarefa.

O petista também elogiou a Cúpula da Amazônia realizada em Belém. Para ele, o evento foi excepcional e um grande avanço que será levado para a cúpula do clima da ONU (Organização das Nações Unidas), a COP28, a ser realizada no fim do ano nos Emirados Árabes.

Fonte: Poder 360

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